sexta-feira, 22 de julho de 2011

E VOCÊ? GOSTA DE UMA CHUVINHA?

DGELEM, DGELEM - OPRÉ ROMÁ, OPRÉ




Dgelem, dgelem,
Lungone dromentsa
Maladjilem bartalê romentsa

Ai ai romele, ai shavalê
Ai ai romale, ai shavalê

Naís tumengue shavale
Patshiv dan man romale

Ai ai romele, ai shavalê
Ai ai romale, ai shavalê

Vi mande sas nomni ay shukar shavê
Mudarde mura familia
Lê katany ande kale

Ai ai romelé, ai shavalê
Ai ai romalé, ai shavalê

Shinde muro ilô
Pagerde mury luma

Ai ai romelé, ai shavalê
Ai ai romalé, ai shavalê

OPRÉ ROMÁ
Avren putra nevo dromoro

Ai ai romelé, ai shavalê
Ai ai romalé, ai shavalê


quarta-feira, 20 de julho de 2011

SABEDORIA NO LEITO DE MORTE

Alexandre III, o Magno
         
          Alexandre III, conquistador macedônio, também conhecido como "O Grande" ou "Magno", já em seu leito de morte, aos 33 anos de idade, estabeleceu um codicilo com informações precisas de como deveria ser seu funeral. Fez 3 pedidos:

1º - que os médicos e curandeiros carregassem seu corpo durante o cortejo;

2º - que seu tesouro fosse espalhado ao longo do caminho percorrido e que ali permanecesse, e

3º - que suas mãos estivessem dispostas para fora dos lençóis mortuários.

          Abismados com os intrigantes pedidos de seu Rei, os sábios o indagaram do por quê. Em resposta, disse:

1º - quero que os médicos carreguem meu corpo para que possam ver que, por mais prodigiosos que sejam unguêntos e poções, por mais que façam, não são detentores dos mistérios da vida, não podendo evitar, assim, a derradeira morte;

2º - quero que meu tesouro seja espalhado ao longo do caminho para que o povo entenda que o que aqui conseguimos, aqui ficará, e nada levamos conosco;

3º - Por fim, quero que meus braços estejam à mostra, para que as pessoas vejam que, mesmo eu, um Rei, cheguei ao mundo de mãos livres, e retorno, enfim, da mesma forma de como vim, sem nada.

sábado, 16 de julho de 2011

NOTEBOOK UTILIZA ÁGUA PARA RECARREGAR A BATERIA

Plantbook: uma boa idéia, mas ainda como conceito.

          O Plantbook é um notebook conceitual, idealizado a partir de uma folha de bambu. Inspirado na planta, o sistema de carga da bateria é ativado pelas habilidades de absorção da água e sua transformação em energia. Os designers Seunggi Baek & Hyerim Kim, criadores do Plantbook, explicaram que o sistema “utiliza um reservatório externo de onde o Plantbook continuamente absorve água quando imerso e gera energia através da eletrólise em uma placa de aquecimento solar instalado no topo”.


          Para carregar o notebook, basta deixar o tubo, que é a própria bateria, em um reservatório qualquer de água, como um copo, que todo o processo de geração de energia vai se realizando, de uma maneira extremamente ecológica, uma vez que a integração com a natureza é perfeita. Além disso, enquanto carrega a bateria, ela vai eliminando o oxigênio não utilizado na geração da energia. O aviso de que o carregamento chegou ao final fica na alça feita de silicone e com formato de uma planta com LEDs dentro.


Fonte: Correio do Brasil
http://correiodobrasil.com.br/notebook-ecologico-usa-agua-para-recarregar-a-bateria/269831/

quarta-feira, 13 de julho de 2011

PARECE ATÉ BRINCADEIRA, MAS É VERDADE...

O governador Sérgio Cabral (PMDB) sancionou hoje (4) lei de autoria do deputado evangélico Edson Albertassi (PMDB), 42, que obriga as bibliotecas do Estado a terem Bíblia. A biblioteca que descumprir a lei será multada em R$ 2.130 e, no caso de reincidência, em R$ 4.260.
A lei é polêmica porque o Estado, por ser laico, não pode fazer imposições de cunho religioso, ainda mais em se tratando de uma determinação que beneficia uma única denominação, no caso a cristã. A lei deixa de fora, por exemplo, livros espíritos, ao Corão e ao Torá.

O mesmo deputado apresentou projeto de lei para cada uma destas propostas: instituição do ensino religioso obrigatório, leitura da Bíblia antes do começo das aulas, isenção de IPVA às igrejas e de ICMS na compra de automóveis e a inscrição da frase “Deus seja Louvado” nas contas das concessionárias de serviços públicos. Albertassi é diácono da Assembleia de Deus de um templo da cidade de Volta Redonda.

Em setembro do ano passado, Albertassi conseguiu sanção para uma norma que altera a lei de incentivos fiscais de modo a beneficiar a produção e apresentação de música gospel.


O deputado tem uma rádio FM de músicas evangélicas.


Com informação do site do deputado, entre outros.
http://blogdopablobrandao.blogspot.com/2011/07/lei-de-evangelico-multa-no-rio.html?spref=fb


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E o que falar da laicidade do Estado brasileiro? Bem, insere-se no Art. 19, inciso I da CRFB/88:

"Art. 19. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

I - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público;".

Mas será que esse deputado ou que o Governador conhecem esse livreto quase esquecido, perdido em alguma das prateleiras empoeiradas de uma biblioteca qualquer? E como é que a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da ALERJ (Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) reconhece a juridicidade de um projeto absurdo como esse?

Nada contra o cristianismo, ao contrário. É uma religião milenar, que tem centenas de milhões de adeptos em todo o mundo e que é o esteio de algumas das sociedades modernas. Mas, em detrimento da Carta Magna de nosso país, a ALERJ (Deputados Estaduais) aprova e o Governador do Estado do Rio de Janeiro sanciona lei que "impõe", sob pena de sanção pecuniária (multa) às bibliotecas PÚBLICAS do estado a ter em seu acervo, a Bíblia Sagrada cristã. E o Corão? E o Bhagavad Gita? Os contos de Gilgamesh? A estória dos deuses das religiões afro-brasileiras, suas lendas? Terá multa por não constarem nas bibliotecas estaduais, tais compêndios? Qual Deputado Estadual que terá a CORAGEM de intentar projeto de lei que suscite essa discussão?

Acho que nenhum.

Bem, mesmo que o Estado brasileiro não seja efetivamente laico (a discussão acerca do assunto levanta a questão de que, na verdade, seja "concordatário"), o Brasil é um país que no Preâmbulo de sua Constituição prevê que suas bases se fundam nas premissas da igualdade, conhecido por nós, juristas, como o PRINCÍPIO DA ISONOMIA.

Isso é, no mínimo, vergonhoso.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O FIM DO MUNDO

           Algumas coisas temos que entender a respeito das drásticas mudanças climáticas pelas quais estamos passando.

          Bem, de início é importante salientar que A TERRA NÃO VAI ACABAR. Pode até ser que a raça humana acabe, mas a Terra vai permanecer onde está, como desde a sua formação. Então, essa conversa dos sensacionalistas nos veículos de imprensa para conseguir a atenção de uma população ávida por esperança, é balela. Exagero. Desinformação. A questão é que os aproveitadores não estão preocupados com a preservação do planeta, mas com sua própria permanência no mundo, afinal de contas, o homem moderno jamais testemunhou qualquer transformação climática do nosso querido e pequenino planeta.

          E por falar em mudança, a Terra, tão “ameaçada pela terrível poluição, alardeada pelos maiores especialistas ambientais”, não está passando por transformações exclusivamente por causa do ser humano. Na verdade, nem é muito por causa do homem, não. O planeta passou, ao longo de seus modestos 4,5 bilhões de anos (uma criancinha, se comparado aos cerca de 14 bilhões de anos de formação do Universo), por pelo menos umas 5 grandes mudanças atmosféricas/climáticas. A Antártida já foi uma bela floresta, assim como o deserto do Saara, antes deste ter sido encoberto pelo mar; o mundo passou por várias eras glaciais, e por aí vai. O efeito estufa, por exemplo, é um acontecimento natural e, ainda bem que ele ocorre, pois é responsável por manter a temperatura retendo a radiação infravermelha emitida pela superfície terrestre. Sem ele, não estaríamos aqui. Logo, se não fosse pelo famigerado Efeito Estufa ou de Estufa, tudo aqui seria frio, muito frio.

          Não temos como condenar à morte um único criminoso, mas existem os co-responsáveis pelo dano constante à nossa Terrinha. Um deles, ou “uns” deles, são os vulcões. Uma expressiva atividade vulcânica poderia reter o excesso de radiação, transformando a superfície terrestre num inferno imprecedente. Temos também o aquecimento e resfriamento das águas do oceano Pacífico, comumente conhecidos como El Niño e La Niña (“o menino” e “a menina”, em espanhol), o que afeta todo o clima no planeta. Outro vilão é (são) o(s) movimento(s) da Terra, que acarretaria(m) em grandes transformações no clima do planeta - alguns dizem, por exemplo, que o evento da “precessão” poderia iniciar o “fim do mundo”, a partir de 2012. Existe mais uma gama de fatores que SEMPRE contribuíram para a variação climática aqui, em nossa casa planetária. O próprio sol tem sua taxa de colaboração.

          É claro que o homem, a partir da Revolução Industrial em meados do século XVIII (dezoito), começou a emitir gases nocivos à nossa atmosfera, ajudando a interferir no delicado equilíbrio de recuperação das camadas gasosas atmosféricas, além das queimadas predatórias das florestas, contaminação do solo, uso indevido dos recursos hídricos, impermeabilização do solo das grandes metrópoles, e mais uma dúzia de besteiras. Mas não é “o” responsável pelo o que está acontecendo com o clima do planeta, mas sim, “um dos responsáveis.

          Estamos sim acelerando e muito esse processo “natural” de transformação climática. O que levaria milênio(s) talvez leve apenas uns séculos, ou menos. Quem sabe, décadas. Devemos reduzir o nível de poluição, repensar nossas práticas de consumo, produzir menos lixo, dentre outras coisas. Mas nada disso vai acabar com a Terra. Pode até acabar com a humanidade, mas o Planeta vai continuar a existir depois que nos formos, após conseguirmos, enfim, nos destruir.

Mas a Terra vai continuar aqui. Não se preocupe.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA – O PODER NAS MÃOS DE TODOS

          Sempre ouvimos a respeito dos diferentes regimes políticos existentes, e que o nosso regime, após 1988 é o da República Democrática. Alguns complementam com a palavra “de Direito”. Mas, o que vem a ser esse palavrão?

          Bem, a palavra “República” tem origem na Antiga Roma, e surge de duas palavras latinas (latim - língua oficial do Império Romano, lá pelos anos em que Cristo nasceu): “Res”, que significa “coisa”, e “Publica”, sem acento mesmo. Logo, Res Publica, a coisa pública, é de conhecimento de todos. Escolhem seus representantes através do voto direto e secreto de todos os cidadãos aptos a votar, sem qualquer forma de restrição decorrente de raça, cor, credo, opções ideológicas ou políticas (Sufrágio Universal), e o Chefe de Estado – representante de seu país no exterior e em relação a outros países e tem poderes administrativos mas não o de governar – é o Presidente da República. Na República, quem governa mesmo é o Parlamento, que no caso do Brasil, seria o Congresso Nacional. Mas aqui, o Presidente da República acumula as funções executivas junto com as Casas Legislativas do Congresso Nacional (Câmara de Deputados e Senado Federal), sendo não só o Chefe de Estado mas também o Chefe de Governo.

          Já a palavra “Democracia” vem do grego e também é formada por duas palavras: “Demo”, que significa “povo”, e “kratos”, que pode ser “poder” ou “autoridade”. Na Grécia, as pessoas se reuniam em uma grande praça (Pnix), e decidiam o futuro de sua sociedade e nação.

          Então, República Democrática é a forma de governo em que o povo decide os rumos que a nação irá tomar através de representantes eleitos direta ou indiretamente pelo voto, que é secreto, pessoal e intransferível, devendo ser atos desses representantes, públicos e de conhecimento de todos. E quando se diz que vivemos em um país Democrático de Direito, quer dizer que no Brasil os governos se dão dentro de uma esfera de legalidade, pautados em leis que garantem os direitos políticos, civís, direitos humanos e outras proteções jurídicas ao povo, e que todos, até mesmo as autoridades estão sujeitas às leis, devendo segui-las e respeitá-las.

          Ainda que nos dias de hoje não consigamos nos reunir em uma praça para traçar os destinos de nossa nação, o fazemos ao menos em regra, através do voto, plebiscitos, iniciativas populares, elegendo nossos representantes, nos manifestando quando os governantes agridem acintosamente os nossos direitos, a exemplo, o caso dos bombeiros no Estado do Rio de Janeiro.